Category: Poemas de Natal

Litania para a noite de Natal | David Mourão-Ferreira

Litania para a noite de Natal | David Mourão-Ferreira

Vai nascer esta noite à meia-noite em ponto num sótão num porão numa cave inundada Vai nascer esta noite à meia-noite em ponto dentro de...

Balada da Neve

Balada da Neve

Em vésperas de Halloween, um pouco de nostalgia… Um poema de Augusto Gil retirado do meu livro da instrução primária, de há mais de 40...

Os Três Reis Magos Seguiram

Os Três Reis Magos Seguiram

Os três reis Magos seguiram Uma estrela até Belém Onde estava o Deus Menino, José e Maria sua Mãe. Um curral, tanta pobreza! Exemplo de...

O Nascimento | Augusto Frederico Schmidt

O Nascimento | Augusto Frederico Schmidt

Vamos ver a Estrela! Sairemos pelas estradas, cantando, Sairemos de mãos dadas, E acordaremos as brancas e tímidas ovelhas. Iremos surpreendê-Lo, Pequenino e Simples, Sua...

Jesus | Anderson Braga Horta

Jesus | Anderson Braga Horta

Noite clara em Belém. Canta em surdina o luar no firmamento constelado. Natal – noite de luz, noite divina. Cristo – um lírio na treva...

Canto de Natal

Canto de Natal

Estando a Virgem À borda do rio Lavando os cueirinhos Do seu Bento filho A Virgem lavava São José estendia O Menino chorava Com frio...

Feliz Natal! Cumpriu-se a promessa!

Feliz Natal! Cumpriu-se a promessa!

Feliz Natal! Cumpriu-se a promessa De vir ao mundo Jesus o Salvador. É Boa Nova pra todas as pessoas! Natal que traz tanto a paz...

Prelúdio de Natal | David Mourão-Ferreira

Prelúdio de Natal | David Mourão-Ferreira

Tudo principiava pela cúmplice neblina que vinha perfumada de lenha e tangerinas Só depois se rasgava a primeira cortina E dispersa e dourada no palco...

Natal, Branco Natal! | Manuela Mourisca Martins

Natal, Branco Natal! | Manuela Mourisca Martins

Natal, Branco Natal! Natal, Amor Universal! Os anjos tocam trombetas anunciando o Natal. Colhem flores de Amor. Espalham a cesta dos sininhos pelas vielas solitárias...

Natal, e não Dezembro | David Mourão-Ferreira

Natal, e não Dezembro | David Mourão-Ferreira

Entremos, apressados, friorentos, numa gruta, no bojo de um navio, num presépio, num prédio, num presídio no prédio que amanhã for demolido… Entremos, inseguros, mas...

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