Bibliografia

À medida que fomos estudando o tema, fomos recolhendo algumas referências bibliográficas sobre o papel das narrativas infantis no desenvolvimento interno da criança. Partilhamos aqui convosco as referências de alguns desses livros, artigos e textos.

Why Read Aloud To Children

Autor: TRELEASE, Jim

Resumo: “O artigo apoia-se na teoria desenvolvida por trelease de que se deve ler em voz alta para as crianças. Esta teoria tem como base estudos realizado que comprovam que o vocabulário está diretamente associado ao desenvolvimento intelectual da criança. Para aumentar este vocabulário a melhor opção é ler para as crianças desde tenra idade até à juventude, sempre acompanhado de muita e boa conversação.

Palavras-chave: Ler, ler alto,vocabulário, riqueza de vocabulário.

Referência bibliográfica: Jim Trelease,[On-line]:Why Read Aloud To Children, disponível em:http://www.trelease-on-reading.com/read-aloud-brochure.pdf

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Como ajudar a criança com a escrita e a leitura

Autor: WITTER,Geraldina Porto

Resumo: “O artigo apoia-se em estudos realizados que apontam para a necessidade de ler, ler muito para as crianças. O tempo de leitura deverá ser ajustado a cada idade, deve procurar as horas mais oportunas e incentivar sem impor quando a criança não está com disposição para ouvir.
Mais tarde é importante deixar que seja a própria criança a ler, a folhear o livros, a escrever, a ser ela mesma autora e sobretudo a deixar registada a autoria no próprio trabalho”

Palavras-chave: Ler, Escrever, Materiais, Autoria.

Referência bibliográfica: Geraldina Porto Witter,[On-line]:Como ajudar a criança com a escrita e a leitura in Psicologia Escolar e Educacional.Print version ISSN 1413-8557.Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-85572000000200012&script=sci_arttext

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Leitura na infância inicial: uma intervenção precoce

Autor: Rita de Cássia Tussi & Tania M. K. Rösing

Resumo: ” O artigo refere como é importante para o desenvolvimento da língua, a sua interpretação e compreensão, que a criança ouça os pais desde muito cedo não só através das conversas constantes com o recém-nascido mas também através da leitura de histórias desde a mais tenra idade.
As autoras citam VYGOTSKY na sua teoria de que os estímulos culturais ajudam a desenvolver as funções psicológicas da criança.
Segundo McGuinness a qualidade daquilo que a criança ouve é tão ou mais importante que a quantidade para que haja um bom desenvolvimento do vocabulário”.

Palavras-chave: Leitura, Recém nascido, Literatura, Infância inicial

Referência bibliográfica: TUSSI,Rita de Cássia, UPF; ROSING,Tania M. K. ,UPF [On-line]: [Data de consulta: 227/11/2013]. Disponível em: <http://www.pucrs.br/edipucrs/CILLIJ/outros-meios/leitura_na_infancia_inicial-_uma_interveno_precoce_OK.pdf

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A Aplicabilidade Terapêutica de Textos Literários Para Crianças

Autor: Clarice Fortkam Caldin

Resumo: “O artigo apóia-se na teoria aristotélica de admitir a possibilidade de a literatura desempenhar uma função de cura ao aliviar a pressão das emoções. Articula o literário com a biblioterapia, permitindo enfocar a leitura como catarse. Baseia-se também, no pensamento de Freud, que apresenta o riso como terapêutico, como depurativo das tensões. Vale-se, ainda dos seguintes conceitos associados à terapia pela literatura: identificação, introjeção, projeção, introspecção e compensação. Apresenta análises de modelos de textos literários infantis e sua aplicabilidade terapêutica em crianças hospitalizadas.”

Palavras-chave: Biblioterapia, Literatura infantil, Leitura para crianças hospitalizadas, Função terapêutica da leitura, Catarse.

Referência bibliográfica: FORTKAM CALDIN, Clarice. A Aplicabilidade Terapêutica de Textos Literários Para Crianças. Encontros Bibli. [On-line], 2004 (julio-diciembre): [Data de consulta: 2/octubre/2013]. Disponível em:<http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=14701806> ISSNA.

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A arte de contar histórias: um enfoque Psicopedagógico

Autor: Fernanda Val Silveira

Resumo: “O presente artigo traz reflexões sobre o valor do uso de histórias e da produção artística no trabalho psicopedagógico. Relata, de forma sintética, fragmentos de um atendimento psicopedagógico realizado durante um ano e meio com uma menina de 12 anos com dificuldades de leitura e escrita e baixa autoestima. Com base em considerações teóricas sobre os contos de fadas e sobre os estilos cognitivo-afetivos propostos por Eloisa Fagali, foram analisadas diferentes atividades, contos de fadas e outras narrativas e a simbologia presente em alguns contos que foram selecionados da experiência clínica psicopedagógica que apresento no artigo.”

Palavras-chave: Psicopedagogia, Aprendizagem, Estilos cognitivo-afetivos, Arte de contar histórias, Recursos não-verbais.

Referência bibliográfica: VAL SILVEIRA, Fernanda do. A arte de contar histórias: um enfoque Psicopedagógico.Constr. psicopedag. [online]. 2010, vol.18, n.17, pp. 106-127. ISSN 1415-6954.

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A Importância das Atividades Lúdicas na Prevenção das Dificuldades de Aprendizagem na Educação Infantil

Autor: Ivaneide de Moura Andrade Ferreira

Referência bibliográfica: FERREIRA, Ivaneide de Moura Andrade. A Importância das Atividades Lúdicas na Prevenção das Dificuldades de Aprendizagem na Educação Infantil. Universidade Candido Mendes. Pós-Graduação ‘Latu Sensu’. Formosa-Go. 2009.

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Atividades Lúdicas na Educação: O caminho de tijolos amarelos do aprendizado

Autor: Vânia D’Angelo Dohme

Referência bibliográfica: DOHME, Vânia D’Angelo. Atividades Lúdicas na Educação: O caminho de
tijolos amarelos do aprendizado. Editora Vozes. 2003.

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Contos de Fadas: Recurso Educativo para Crianças com Deficiência Intelectual

Autor: Vera Lúcia Messias Fialho Capellini, Gislaine Marquini Machado, Rossana Maria Seabra Sade

Resumo: “Estudos comprovam a contribuição psicológica dos contos de fadas no tocante ao desenvolvimento da criança, como um dos recursos canalizadores de problemas existenciais, apaziguando-a por atuarem como válvula de escape para suas angústias, ansiedades e temores, engendrando-lhe maior equilíbrio emocional. Assim, realizando-se pesquisa bibliográfica, estabeleceu-se como objetivo buscar informações sobre a funcionalidade dos contos de fadas no processo de escolarização de alunos com deficiência intelectual que apresentam comportamentos desafiadores. Dentre os contos, os dos Irmãos Grimm são sugeridos, para serem utilizados como recurso educativo. Defende-se que, por meio da mediação simbólica no imaginário da criança com deficiência intelectual, o trabalho educativo com os contos de fadas suscita benefícios significativos.”

Palavras-chave: deficiência intelectual, mediação sociocultural, contos de fadas.

Referência bibliográfica: CAPELLINI, Vera; MACHADO, Gislaine; SADE, Rossana. Contos de Fadas: Recurso Educativo para Crianças com Deficiência Intelectual.Psicologia da Educação [online]. nº34, São Paulo, Junho 2012. ISSN ISSN 1414-6975.

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Contos, Mitos e Lendas da Beira

Autor: José Carlos Moura Duarte

Referência bibliográfica: MOURA DUARTE, José Carlos. Contos, Mitos e Lendas da Beira. A Mar Arte. Coimbra, 1996.

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História das Lendas

Autor: Jean-Pierre Bayard

Referência bibliográfica: BAYARD, Jean-Pierre. História das Lendas. Encontros Bibli. 2002.

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Histórias Infantis na Ludoterapia Centrada na Criança

Autor: Taciane Marques Castelo Branco

Resumo: “Trata-se de um estudo clínico, que investiga o que acontece com a inserção de livros de histórias infantis na relação terapêutica da ludoterapia sob a Abordagem Centrada na Pessoa e discorre sobre a viabilidade deste recurso utilizado enquanto facilitador das sessões terapêuticas da criança. São participantes da pesquisa: a terapeuta e uma das quatro crianças, que estavam sendo atendidas pela autora, em psicoterapia individual. As transcrições das Sessões Terapêuticas da criança são analisadas qualitativamente cada uma e na série, concluindo que:
1 – a história infantil foi um recurso facilitador do estabelecimento do “rapport” na relação terapêutica;
2 – através da relação terapeuta-história-criança houve a identificação da criança com conteúdos da história que facilitou a expressão de sentimentos importantes e de conteúdos problemáticos;
3 – a história infantil associada à atitude permissiva e empática da terapeuta permitiu que a criança se distanciasse de questões problemáticas com as quais lutava em sua vida e lidasse com elas através dos personagens da história;
4 – nesta relação terapêutica foi permitido à criança ouvir um relato sobre outras crianças que superaram problemas similares aos seus, aplicando o que aprendeu nas histórias às suas próprias situações na vida-real;
5 – o contato com os livros facilitou a criação de histórias próprias que instigavam a criatividade da criança, levando-a a fazer experienciações com conteúdos pessoais na forma de historinhas; e 6 – facilitou a mudança de sentimentos da criança ao retratar questões da vida cotidiana.”

Palavras-chave: Histórias Infantis, Ludoterapia, Abordagem Centrada na Pessoa.

Referência bibliográfica: CASTELO BRANCO, T. M. (2001). Histórias Infantis na Ludoterapia Centrada na Criança. 220pp. Dissertação de Mestrado. Instituto de Psicologia e Fonoaudiologia, PUC-Campinas.

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Literatura e matemática – Através da exploração de histórias, jogos matemáticos podem ser criados

Autor: Luciane Knüppe

Referência bibliográfica: KNÜPPE, Luciane. Literatura e matemática – Através da exploração de
histórias, jogos matemáticos podem ser criados. Revista do Professor. Nº 70. Pág. Inicial: 5.

Psicanálise dos Contos de Fadas

Autor: Bruno Bettelheim

Resumo: “Vive-se num mundo contemporâneo sob o impacto de um processo de globalização feito sob a hegemonia do capital, porém, ainda assim, a prática de contar histórias permanece viva no cotidiano das crianças, tanto nas escolas como em casa. O tempo pode passar, mas os contos de fadas continuam mostrando de maneira encantadora os valores da vida, os problemas do cotidiano e as suas soluções. Nos contos de fadas as crianças, e por vezes os adultos, encontram um direcionamento inconsciente para agirem corretamente diante das situações do seu dia a dia, assimilando a ideia da existência do bem e do mal, porém sabendo que o bem sempre vence e que as boas obras praticadas sempre trarão boas recompensas.”

Palavras-chave: Contos de fadas, inconsciente, criança.

Referência bibliográfica: BETTELHEIM, Bruno. A Psicanálise dos Contos de Fadas. Bertrand Editora. Lisboa, 2011. ISBN 978-972-25-2379-0.

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